18 de abril de 2015

Saindo da zona de conforto


Isso mesmo, eu saí das minhas quatro paredes.
Decidi aceitar um convite (da igreja), para visitar um parque em Teresópolis, mas devo admitir, eu não queria muito ir. Berrei e berrei dizendo que não me divertiria e preferia ficar em casa, mas minha mãe disse: "Ruama, leva a câmera e se diverte sozinha". Então eu pensei: "faz sentido!".

Acontece que como muitos de vocês sabem (ou não), eu não sou uma pessoa muito de sair e sempre viver na vida louca (deixando claro que eu não curto sair no Rio de Janeiro, mas amo viajar). Pra mim, então, isso foi como um pulo para frente, com os olhos vendados.
Fui na pura vontade de tirar fotos, já que sempre gostei de fotografia, mas comecei a colocá-la em prática há alguns meses. E querem saber? EU AMEI.

Não vou dizer que passei um grande tempo com as pessoas e conversando. Não, eu passei meu dia dentro da mata (hehe), procurando coisas que pudessem me inspirar e fazer meu dedinho apertar o shutter da câmera.
Eu vi animais novos, cores novas, sensações, cheiros... Eu nem posso descrever o quão bom foi ter me arriscado a sair da zona de conforto.

É bom, não é? Quando somos forçados a fazer algo que tememos, e no final, aquilo faz um bem danado. Claro que não é sempre que acontece, mas pelo que ouvi falar, é na maioria das vezes.
Ah pequenos, eu estava tão pra baixo e solitária, que nunca pensei em como a fotografia pode preencher esse vazio!

Não sei ao certo o motivo de ter começado esse post, mas eu precisava dizer o que estava sentindo, ou poderia explodir. E acho que com isso, eu deixo um pedacinho da minha alegria sempre comigo. Quem sabe eu não invista mais em sair da minha zona de conforto para criar e conhecer mais do mundo?

Você já saiu da sua zona? Como foi? O que você viu e conheceu?

Beijos da tia Ruuh.

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