9 de abril de 2015

Pensamento: Perdida

(EladeManu via Flickr)


Eu andei meio sumida. Meio perdida.
Muitas questões surgiram em minha mente, e o principal se tornou segunda opção.
Não é sempre, mas às vezes acontece. Você se vê em um lugar familiar, mas totalmente desconhecido, e se pergunta se está fazendo o certo ou está só... existindo?
Eu me vi em muitas situações, muitas vezes, onde só queria sumir, pular de um lugar bem alto e sentir o vento em meu rosto, até cair nas profundezas do mar. Isso não é pensamento suicida, é um pedido de espaço.

Pensei e pensei, mas não consegui achar outra solução. Eu precisava viver. Eu preciso viver. Mas não consigo aqui, pelo menos não agora. E talvez nunca.
Tentei explicar muitas vezes o que me passava, mas é tão difícil explicar algo que nem mesmo você consegue entender... então permaneci calada. Calada como fiquei por muito tempo, e com me nego a ficar agora.

Os sonhos acabam te acalçando, até mesmo quando você decide por fugir deles. Eu não fugi, admito, mas os escondi dentro de mim, e por fim, eles foram apagados do Mundo. Não de mim, isso seria impossível. Mas como disse, eles te encontram, e aí não tem volta. É sua escolha realizar seus sonhos ou abandoná-los, para somente existir.
Não engano aos outros, mas aprendi também que seus planos precisam ser mantidos em segredo até o momento certo.
Tanta alegria.
Tanta dor.

Eu preciso dizer, com minhas palavras e minha mente livre de pesos.
Eu tenho um segredo.

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