4 de setembro de 2014

Resenha: a probabilidade e estatística do amor à primeira vista.


Hello Marshmallows! 
Depois de séculos ausente, eu volto com a resenha mais fofa do ano.
O livro da vez é "a probabilidade e estatística do AMOR à primeira vista", então vamos lá!


Sobre o livro:
Escrito pela autora Jennifer E. Smith, é um romance de fácil entendimento e rápida leitura.
   Ele conta a história em terceira pessoa sobre Hadley, uma garota que precisa ir à Londres assistir o casamento do pai com uma britânica nada amada pela personagem principal. 
Quando ela chega no aeroporto, seu primeiro problema é posto em prática, e ela perde o voo para Londres com 4 minutos de atraso (nada provável por aqui, não é mesmo?). 
   Depois de muito sofrimento por conta do voo e esperando o próximo avião que só sairia horas depois, Hadley acaba conhecendo Oliver, um garoto britânico, e na minha opinião, maravilhoso. 
Eles acabam passando bastante tempo juntos (por causa dele). 
   
   Como não há meios de contar a história do livro sem mandar um BIG SPOILER, eu vou simplificar tudinho aqui:
  •     Hadley tem medo de avião e Oliver é um cara bem legal. 
  •     Ele é misterioso e ela tem grandes problemas com o pai (que são mostrados ao decorrer da história.)
  •     Ela está completamente fascinada por ele.
  •     Ela tira conclusões precipitadas para onde ele está indo
  •     Ele a ajuda em muitas de suas dúvidas. 
  •     Ele estuda em Yale (perto de onde ela mora).
  •     Ele ama fazer piadas sobre tudo.
    Com essas pequenas informações, você consegue perceber que a história é realmente juvenil. 
Mas o que me fez amá-la tanto? Talvez tenha sido a maneira que a escritora expressou os pensamentos de Hadley, ou o jeito que tudo na vida dela parecia ser exatamente como é na vida de qualquer adolescente, sendo americana ou não.

   Jennifer mostra que os problemas da vida (aqueles que rondam nossa cabeça por anos), podem ser facilmente resolvidos, e o maior exemplo no livro, é o relacionamento de Hadley com seu pai.  
   
   No final, ou até mesmo no meio da história, acontecimentos te fazem refletir sobre muitas coisas que você diz e faz na sua vida. Eu mesmo parei um tempo para pensar em como eu tenho errado feio, assim como Hadley errava.
    
    E Oliver? Ele é, no final das contas, o garoto mais clichê que você poderia encontrar em um livro. E isso faz com que tudo seja mais encantado. 
Querendo ou não, você gostaria de ter um garoto como ele na sua vida. E principalmente, você gostaria de viver todas as aventuras que esse livro propõe. 
Por isso, esse livro virou o meu livro predileto.

Essa foi um pequena e beeem simplificada resenha do livro mais amado do ano (por mim). 
Bjs da tia Ruuh.

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